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Artigos e Opinião • 18 de abril de 2017 • 07h53

“O bom vivant”

Como se sentiam Emílio Odebrecht e seu filho Marcelo tendo literalmente em mãos um presidente da República para satisfazer seus caprichos e anseios de domínio de mercado? Envaidecidos, certamente! Pois é o que acontecia até a Lava Jato eclodir, detonando a base dessa parceria.

Aquele que se diz o maior democrata da história desse País, o mais honesto, o que mais cuidou dos pobres, o que mais combateu a corrupção, nada mais foi do que um fantoche de empresários para saciar sua fome de poder e vontade de enriquecer. Sempre esteve nas mais altas rodas das elites, comendo de seu prato, bebendo de seu copo. As elites o afagavam enormemente, e Lula dava-lhes enormes regalias.

Favoreceu o quanto pôde as minorias já tão privilegiadas. Não à toa, foi taxado de “bom vivant” pelo general Golbery Couto e Silva em conversa com Emílio Odebrecht.  Em troca, “acalmava” os “cumpanheiro”, quando sindicalista do ABC Paulista, para que não entrassem em greve e estragassem os planos dos grandes donos de empresas.

Quando presidente, entregou o Brasil ao comando dos Odebrecht, sua maior parceira na corrupção. Era Emílio querer mudar uma leizinha a fim de engrandecer seus negócios, e lá estava Lula para criar as boas condições.

Claro, ganhando em troca somas vultosas. Lula está rico, mas, completamente nu diante da sociedade brasileira.

A lava Jato, que elucidou essa e todas as falcatruas de nossos políticos criminosos, foi o melhor presente que os brasileiros poderiam ter tido!

Myrian Macedo - São Paulo -SP -  myrian.macedo@uol.com.br



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