Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Infelizmente, todas posições definidas em reuniões, tanto no legislativo, quanto no executivo, a tendência natural tem sido invariavelmente o índice de aumento que será instituído à população que vem pagando resignadamente. Escolhe mau seus candidatos, muitos até por um prato de comida, sem pensar que a conta chega.

O Pedágio teve início sua cobrança no Paraná, por exemplo, no desastrado governo Jaime Lerner, de triste memória, foi o mais caro do Brasil e, por incrível que possa parecer, por quase três décadas. Na ocasião o então chefe do executivo estadual para tirar as obrigações que lhe eram atribuídas, convocou a Assembleia Legislativa do Paraná à época para ver a possibilidade em construir obras por intermédio das concessionárias “premiadas” com as concessões. Ocorre que quando há promessas de transformar o Paraná, para uma unidade da federação que possa ser comparada sua existência semelhante a países de primeiro mundo, invariavelmente, são apresentadas obras que estão no contrato a construção de rodovias, que é uma obrigação do Estado que já arrecada somas vultosas e, no entanto, além de se desvincular com essas obrigações, ainda arrecada com os impostos da cobrança nas praças de pedágio. Acontece que essas obrigações, constam multas às operadoras que não cumprirem o papel assinado e pagam milhões, que vão engordar os cofres estaduais. Essas empresas privadas recolhem dando risada, pois arrecadaram bilhões. Ao povo sobra a conta e, há ainda alguém que defenda esses “ladrões da máquina pública”.

Perguntamos: Por que não utilizam o mesmo procedimento de Santa Catarina que tem cobrado valores de aproximadamente 3 reais, apenas para manutenção? Não há resposta saudável que possa justificar a questão. A cada reunião na Assembleia Legislativa do Paraná - ALP com tem ocorrido, as notícias são sempre nocivas ao usuário e, ainda se dão ao luxo de fazer propaganda na televisão dizendo que estão trabalhando em favor da população. Muitos parlamentares de hoje têm tomado decisões que não podem ser validadas por tanto tempo assim, mesmo porque, seus cargos têm prazo de validade.

E o povo como fica?

Edilson Elias - é jornalista, historiador do Paraná, pesquisador, diretor presidente do jornal FATOS DO PARANÁ® membro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina - edilsonelias@yahoo.com.br

* Os textos (artigos) aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do GRUcom -  Grupo União de Comunicação (Jornal União/Portal www.jornaluniao.com.br/Rádio e TV Jornal UniãoWeb).

#JornalUnião

Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.