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Até o dia 12 de agosto, haverá três sessões, todas com entrada gratuita e direcionadas para o público infanto-juvenil

O espetáculo circense Maní, da Companhia Tangará, vai começar uma nova temporada de apresentações no Barracão Tangará. As primeiras duas sessões serão nesse final de semana, às 20h de sábado (5) e 19h de domingo (6). E a temporada finaliza no dia 12 de agosto, às 20h. O Barracão Tangará fica localizado na Rua Augusto Severo, 544. O evento é gratuito, com contribuição espontânea.

A performance é aberta para o público de todas as idades. E a vila cultural Barracão Tangará conta com fomento do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), da Secretaria Municipal de Cultura.

O diretor artístico do grupo Tangará, Pedro Giovani Queisada, contou que essas apresentações devem movimentar ainda mais o Barracão, incentivando o consumo de cultura na cidade. “O Barracão conquistou um público bem fiel, então as expectativas são altas. Temos a previsão de casa cheia nesses três dias de espetáculo”, adiantou.

A primeira circulação de Maní foi em 2022, para alunos da Escola Municipal Suely Ideriha, em Londrina. Depois, o grupo realizou um mini tour por Maringá, Ibiporã, Apucarana e Arapongas, levando a peça nas escolas.

A história gira em torno da Maní, menina indígena que morreu e foi transformada em um pé de mandioca. O roteiro expõe o aumento da poluição e do desmatamento, fazendo com que Maní se perca nessa realidade. Para compor o espetáculo, o grupo pesquisou sobre as lendas, folclore e mitos brasileiros, que inspiraram o processo de criação da obra.

Na direção, o artista cênico Tiago Marques trouxe um enfoque mais teatral para a equipe da Companhia Tangará, que tinha mais proximidade com a arte circense. Ele contou que a ideia do roteiro foi muito bem pensada pela equipe, que trouxe as lendas nacionais junto com a linguagem circense. “O espetáculo vai oferecer um momento de deleite e fruição, pela forma pessoal que colocamos essas histórias de forma mais próxima do circo, mostrando que nosso trabalho é atravessado pela brasilidade que temos. Por isso não podemos deixar para trás os povos originários em nossas produções, como os negros e os indígenas”, explicou.

A atração tem apoio da ONG Arte e Vida e da Panificadora Delika.

Giulia Carradore/Asimp

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