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Realizado pela Cia Nua de Dança-Teatro, curso “Como dançar junto para construção de novos afetos” é aberto a interessados com idade acima de 14 anos

A Vila Cultural Flapt (Rua Lino Sachetin, 498, Conjunto Luiz de Sá) recebe, a partir de terça-feira (11), a terceira e última edição da oficina “Como dançar junto para construção de novos afetos”, realizada pela Cia Nua de Dança-Teatro. Abertas a todos os interessados com idade acima de 14 anos, as atividades são gratuitas, e não é necessário ter experiência prévia na dança para participar.

O número de vagas é limitado, e quem quiser se inscrever pode fazê-lo pelo formulário on-line (clique aqui) ou através do número de WhatsApp (43) 99844-3774. Além de terça-feira, também estão programadas aulas para os dias 12, 14, 17, 18, 19 e 20 de abril, sempre das 9h às 11h. O projeto conta com patrocínio da Prefeitura de Londrina, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic).

Conduzidas por quatro integrantes da Cia Nua – Lucas Manfré, Thainara Pereira, Nathali Abatti e Gabriel Paleari – as atividades estão divididas em três módulos: Reconhecendo o espaço (apresentação, alongamento, jogos de improvisação); Improvisação (jogos de improvisação 2, jogos de criação coletiva); e Construção da nossa dança (criação coreográfica e finalização). Ao final do curso, será realizada uma apresentação ao ar livre com os participantes.

Assim como nas edições anteriores do projeto, os responsáveis pela oficina divulgaram a ação em escolas e órgãos públicos da região onde ela será realizada, enfocando principalmente os estudantes do Ensino Médio. Foram visitados o Centro Educacional Marista Irmão Acácio, o Colégio Estadual Professora Ubedulha Correia de Oliveira e o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da zona norte.

Conforme o diretor da Cia Nua, Lucas Manfré, o curso chega à sua edição final com um balanço bastante positivo. Ele destacou que as oficinas são orientadas pelo diálogo, e incentivam cada participante a expressar sua individualidade através da dança.

“Não procuramos estabelecer uma coreografia fixa; trabalhamos com uma dinâmica de jogos em que cada participante tem a liberdade de apresentar a sua dança, ao mesmo tempo interagindo com o coletivo. A maioria dos participantes não teve nenhum contato prévio com a dança, e através dessa abordagem eles se sentem à vontade e seguros. Isso tem sido um dos principais fatores que tem atraído as pessoas para as oficinas”, frisou.

NCPML

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