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Cidade vai receber reuniões de alto nível nos meses de setembro e outubro de 2024

O Governo Federal e a Itaipu Binacional definiram na quarta-feira (7) os locais que sediarão a reunião ministerial do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20 e as reuniões da Clean Energy Ministerial (CMI) e da Mission Innovation (MI), em Foz do Iguaçu, de 30 de setembro a 04 de outubro de 2024. Os hotéis Mabu Thermas Grand Resort e Bourbon Cataratas do Iguaçu Thermas Eco Resort foram escolhidos, em consonância com os Ministérios das Relações Exteriores e de Minas e Energia. 

Segundo a chefe do escritório de Itaipu em Brasília, Ligia Leite Soares, as equipes dos ministérios vêm se reunindo frequentemente com integrantes do secretariado da CEM/MI para organizar os detalhes dos eventos e garantir que tudo transcorra de forma tranquila. “Sabemos que o evento é uma prioridade para o Governo Federal em 2024”, lembrou. 

Neste ano, o Brasil ocupa a Presidência do G20 e tem o compromisso de realizar diversas reuniões setoriais que serão coordenadas pelos vários ministérios, culminando com a reunião de Chefes de Estado no final de 2024, na cidade do Rio de Janeiro.

Além de sediar reuniões preparatórias, a Itaipu também está apoiando o Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, parte da “Trilha de Sherpas” (leia mais abaixo). Os temas prioritários são: formas de acelerar o financiamento das transições energéticas; a dimensão social da transição energética; e perspectivas de inovação de combustível sustentável.

“Nada mais adequado do que a Itaipu, que é símbolo de colaboração internacional, de geração de energia limpa e de desenvolvimento regional, sediar um encontro como esse”, avalia o diretor-geral brasileiro da usina, Enio Verri.

Segundo Lígia Soares, "Itaipu foi escolhida para apoiar este evento por conta da grande contribuição que oferece para a transição energética e por sua liderança no fomento e atuação de programas socioambientais".

Entenda

O G20 funciona de forma diferente dos organismos internacionais tradicionais, sendo organizado em duas faixas paralelas de atuação, que conversam entre si: a Trilha de Sherpas e a Trilha de Finanças. Durante a presidência brasileira, as duas trilhas têm se aproximado e trabalhado conjuntamente, de forma inédita, desde o início das reuniões do G20.

Nas duas trilhas existem grupos de trabalho (GTs) temáticos que se reúnem regularmente. Os GTs são formados por representantes dos governos dos países-membros, bem como dos países e organizações internacionais convidadas.

A Trilha de Sherpas é comandada por emissários pessoais dos líderes do G20, que supervisionam as negociações, discutem os pontos que formam a agenda da cúpula e coordenam a maior parte do trabalho. O sherpa indicado pelo governo brasileiro é o embaixador Maurício Lyrio, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty.

Além das Transições Energéticas, há GTs com os temas Agricultura, Anticorrupção, Cultura, Desenvolvimento, Economia Digital, Redução do Risco de Desastres, Educação, Emprego, Sustentabilidade Climática e Ambiental, Saúde, Turismo, Comércio e Investimentos, Empoderamento das Mulheres e Pesquisa e Inovação.

Asimp/ Itaipu

#JornalUnião

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