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Professora do curso de Medicina da PUCPR Londrina salienta importância da barreira contra pernilongos, mosquitos e outros insetos

A cidade de Londrina está entre as regionais de saúde com mais casos confirmados de dengue, com 3.353 pessoas infectadas e uma morte registrada pela doença, entre os dias 11 e 27 de janeiro, segundo boletim publicado pela Secretaria Estadual de Saúde no dia 14 de fevereiro. Com o aumento de casos de dengue, Aline Tancler Stipp, professora do curso de medicina da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR) de Londrina, destaca a importância do repelente como aliado contra os mosquitos transmissores desta e de outras doenças. Segundo a especialista, os repelentes contêm substâncias capazes de confundir os insetos.

As formulações de repelentes são desenvolvidas para aumentar a eficácia contra uma variedade maior de insetos e melhorar a segurança e a tolerância para a pele. Além de mosquitos e pernilongos, as formulações podem proteger contra carrapatos, moscas e formigas. O borrachudo é o "fura-barreira" por sua capacidade de picar através de roupas finas, como blusas de manga curta e calças de algodão. Isso ocorre porque eles têm um aparelho bucal longo e fino que pode perfurar a pele e a roupa. 

Não existe um repelente específico para borrachudos, mas os repelentes de insetos à base de DEET ou icaridina são eficazes contra eles (e contra o Aedes Aegypti). Esses repelentes atuam bloqueando os receptores olfativos dos insetos, o que os impede de detectar o cheiro da pele humana.

Como usar da forma correta

O repelente deve ser aplicado após o protetor solar, pois pode interferir na eficácia do protetor solar. O ideal é aplicar o protetor solar primeiro, esperar cerca de 15 minutos para que seja absorvido pela pele, e só então aplicar o repelente. A reaplicação deve acontecer a cada duas horas, pelo menos. Se o indivíduo suar muito ou entrar na água, a aplicação deve ser imediata. Caso viaje a locais com diferentes espécies do usual, o risco de ter uma reação alérgica intensa aumenta, o ideal é consultar um médico para que faça a indicação correta antes de ir.

Seguro e eficaz!

Conheça os diferentes tipos de repelente e escola a opção mais segura:

Repelentes elétricos: usam ondas sonoras ou eletromagnéticas para repelir insetos

Repelentes de ar: liberam substâncias repelentes e são geralmente seguros

Repelentes de roupas: aplicados nas roupas, são menos eficazes do que os repelentes aplicados na pele

Repelentes de casa: usados em forma de sprays, velas e difusores. Podem ser irritantes para alguns indivíduos.

Plantas repelentes de insetos: Espécies como a citronela, podem ajudar a manter insetos afastados.

Juliana Fontanella da Cunha/Asimp

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