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Terreno de mais de 25 mil metros quadrados foi doado pela Prefeitura e deputada Luisa Canziani articulou liberação de 12 milhões do governo federal para iniciar a obra

A direção do Hospital do Câncer de Londrina, o prefeito Marcelo Belinati e a deputada federal Luísa Canziani (PSD-PR) anunciaram hoje a construção de uma nova unidade do HCL. O prédio será construído em um terreno na Zona Leste de Londrina, doado pela Prefeitura, com recursos do governo federal e será dedicado exclusivamente ao tratamento dos pacientes em cuidados paliativos. Já estão garantidos R$ 12 milhões do governo federal, publicados em portaria do Ministério da Saúde em dezembro do ano passado, articulados pela deputada Luísa.

O anúncio foi feito hoje de manhã em solenidade na sede do HCL e contou também com as presenças do  secretário de Saúde Felippe Machado, dos diretores do HCL Mara Fernandes (gestora Executiva), Nivaldo Benvenho (secretário-geral) e diretores, além de autoridades e lideranças. “Na Região Sul do País somos o hospital com maior número de leitos em cuidados paliativos, são 36 leitos. E passaremos a ofertar mais 60 leitos, que serão de grande importância”, informou Mara Fernandes.

A nova unidade do HCL será construída em um terreno de mais de 25 mil metros quadrados, doado pela Prefeitura e aprovado pela Câmara de Vereadores. “É uma obra de amor, de sensibilidade. Muitas pessoas recebem o diagnóstico do câncer e isso é um sofrimento muito grande para quem tem a doença e para os seus familiares. E essa unidade de cuidados paliativos busca exatamente isso: o amor, o carinho, a atenção, a solidariedade. Temos que cuidar dessas pessoas para que neste momento elas tenham um pouco mais de qualidade de vida”, afirmou o prefeito Marcelo Belinati.

A deputada Luísa Canziani, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Cuidados Paliativos da Câmara dos Deputados, lembrou que o Brasil é o terceiro pior país do mundo para morrer. “E precisamos mudar isso. Precisamos garantir dignidade a todos, cuidar de todos com cuidado e sem deixar ninguém para trás”, salientou. O HCL é referência para 166 municípios do Paraná e atendeu mais de 1,2 milhão de pessoas no ano passado – cerca de 2,5 mil atendimentos por dia – sendo que mais de 90% dos atendimentos são de usuários do Sistema Único de Saúde. 

O hospital oferece o serviço de cuidados paliativos há cerca de dez anos com uma unidade de internação própria e equipe multidisciplinar. “Além do cuidado no dia a dia e do tratamento individualizado, desenvolvemos uma série de outras atividades para promover a dignidade de nossos pacientes e familiares”, explica a diretora Mara Fernandes.

O Secretário de Saúde de Londrina, Felippe Machado comentou que quando o Hospital do Câncer levou o projeto para a prefeitura, solicitando a doação de uma área para ampliar o atendimento, o prefeito Marcelo Belinati determinou que fosse encontrada uma solução o mais rápido possível para atender o pedido devido a importância do Hospital do Câncer para Londrina e toda a região. “Ampliar esse serviço que é subfinanciado pelo SUS ao extremo, mostra o compromisso do HCL com a sociedade e a capacidade de gestão invejável do corpo técnico e diretivo do hospital. Iniciativas assim precisam ser apoiadas sempre. Londrina é hoje referência em cuidados paliativos para pessoas com câncer, e isso graças ao HCL”, disse Felippe Machado.

Recursos garantidos

O governo federal já empenhou R$ 11,8 milhões para a primeira fase da obra. Em duas portarias do Ministério da Saúde (números 2.742 e 2.856, publicadas nos dias 26 e 28 de dezembro de 2023, respectivamente) constam os valores de R$ 4,8 milhões e R$ 7 milhões. A deputada Luísa destinou mais R$ 200 mil, via emenda de bancada, para completar os R$ 12 milhões necessários para a primeira fase da obra. A expectativa é que o governo federal efetue o pagamento ainda durante este mês. 

Inicialmente os recursos vão subsidiar o desenvolvimento do projeto executivo e a contratação dos projetos complementares, envolvendo todas as engenharias, que darão suporte ao início do planejamento e execução da obra.

N.Com/ Com Assessoria de Imprensa

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