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O início do ano no calendário civil vem acompanhado de uma importante festa litúrgica dentro do calendário católico: a Epifania do Senhor, celebrada no Dia de Reis (6 de janeiro), festa que marca a recordação da visita dos três reis magos ao Menino Jesus, revelando seu nascimento ao mundo. É neste dia que convencionou-se desmontar as decorações natalinas, incluindo a árvore de Natal, marcando o encerramento do tempo litúrgico do Natal e o início do tempo comum.

No Santuário de Nossa Senhora Aparecida, na Vila Nova em Londrina, que foi vencedor do concurso de decoração iluminada da fachada em 2023, é nessa data que os itens decorativos serão desmontados, desde os enfeites luminosos até o presépio, montado na entrada. “Com esse gesto, entramos em um novo tempo de celebrações litúrgicas, mas, sempre nos recordando da importância do reconhecimento do Menino Jesus como nosso rei. E a Epifania do Senhor significa exatamente a manifestação de Deus em nosso meio”, ressalta o padre Rodolfo Trisltz, pároco e reitor do Santuário.

O Dia de Reis marca, simbolicamente, o dia em que os três reis magos visitaram o Menino Jesus: Baltazar, Melchior e Gaspar ofereceram ouro, incenso e mirra. Simbólico e não histórico, o dia da visita pode ter ocorrido até dois anos após o nascimento de Cristo, por isso é celebrado após o período das festas de Natal. De acordo com o padre Rodolfo, a data marca a mudança de tempos litúrgicos dentro do calendário católico de missa. “Ao encerrarmos o tempo litúrgico do Natal para iniciarmos o tempo litúrgico comum, perde-se o sentido de manter as decorações natalinas, daí é que se convencionou desmontar a árvore e a iluminação”, explica o sacerdote.

Neste ano, o Dia de Reis e a Epifania do Senhor, celebrados no dia 6 de janeiro, caem num sábado. Desse modo, as festividades litúrgicas mais importantes sempre são transferidas para a liturgia do domingo, que, em 2024, será celebrada no mesmo fim de semana do dia 6 de janeiro. “Essa festividade litúrgica revela a universalidade de Cristo, a palavra de Deus que se fez carne e habitou entre nós”, ressalta o padre Rodolfo.

Fábio Luporini/Asimp

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