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A proposta envolve a escolha de 10 docentes e 60 alunos matriculados nos cursos de Engenharia Civil das universidades estaduais

Na terça-feira (20), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), firmaram um termo de cooperação com as universidade estaduais para fortalecer a fiscalização de obras públicas paralisadas no Estado. o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), participante do processo, já possui um convênio há mais de 20 anos com o TCE para fiscalização de obras públicas.

A reunião aconteceu na sede do TCE e contou com a participação do secretário Aldo Nelson Bona, do presidente do TCE-PR, Fernando Guimarães, do chefe de gabinete do Crea-PR, Daniel Roberto Galafassi, do gerente da Regional Curitiba do Crea-PR, Eduardo Ramires, e dos reitores das universidades estaduais paranaenses. Um dos reitores, Leandro Vanalli, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), é conselheiro do Crea-PR.

A fiscalização das obras públicas paralisadas já acontece há alguns anos. No entanto, a novidade para 2024 é a participação das universidades no processo. Os acadêmicos, com acompanhamento de professores, vão contribuir para ampliar o monitoramento e a fiscalização das obras.

Durante o evento, foram apresentados os detalhes do plano de trabalho delineado pela Coordenadoria de Controle Social do TCE, destacando as responsabilidades de cada entidade envolvida e os números esperados dessa ação conjunta.

A proposta envolve a escolha de 10 docentes e 60 alunos matriculados nos cursos de Engenharia Civil das universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) para desempenhar funções como bolsistas em 10 viagens técnicas e 1.182 inspeções virtuais.

O gerente da Regional Curitiba do Crea-PR, Eduardo Ramires, destaca que o histórico de cooperação entre o Conselho e o TCE abre caminho para a possibilidade de atuação conjunta das instituições, incluindo palestras e atividades informativas que visam educar e sensibilizar profissionais e estudantes sobre questões cruciais relacionadas à legislação, licitação, execução de contratos e responsabilidades profissionais na área de obras públicas.

“Essas iniciativas promovem uma compreensão mais ampla e responsável do setor, preparando futuros profissionais para lidar com os desafios e demandas do mercado”, resume.

Rafael Henrique/Asimp

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