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Por proposição do deputado Ricardo Arruda (PL), aconteceu no Plenário da Assembleia Legislativa uma audiência pública para debater a obrigatoriedade de vacinação contra Covid-19 para crianças a partir de seis meses até os cinco anos de idade, com a presença de especialistas para esclarecimento acerca da exigência pelo Ministério da Saúde e as possíveis punições em caso de descumprimento. O evento teve tradução simultânea e foi mediada pelo doutor John Kage.

O deputado Arruda justificou a importância de se realizar a referida audiência pública. “Há uma grande preocupação da sociedade paranaense, da sociedade brasileira, com essa determinação do Ministério da Saúde em querer tornar obrigatório a vacina contra o Covid, principalmente para crianças de 6 meses a 5 anos de idade. Ocorre que nós temos uma lei no Paraná, a Lei nº 21015/2022, que proíbe a obrigatoriedade”.

“Por isso, nós resolvemos fazer essa audiência pública para ouvir os médicos de fora, para não ter esse negócio de que é viés ideológico, é negacionista. Nós ouvimos a ciência e mostramos à população o que está acontecendo realmente, qual é a opinião dos médicos a respeito de efeitos colaterais dessa vacina, se ela é importante ou não, se uma criança tem que tomar ou não. Ouvir a ciência para deixar muito claro o que está acontecendo”, completou o deputado Arruda.

Apresentações

O cardiologista norte-americano, doutor Peter Mccullough, apontou sobre os casos de miocardite derivados da aplicação dos imunizantes. Já radiologista norte-americano, doutor Chris Flowers, que investigou as vacinas da Pfizer, afirmou que “a FDA - Federal Drug Administration dos Estados Unidos e o laboratório Pfizer esconderam dos médicos e da população o resultado dos testes de segurança da vacina por se mostraram inadequados e insuficientes e assim mesmo colocaram no mercado apenas por interesses econômicos”.

Ato contínuo, foi apresentado um vídeo com depoimentos de médicos especialistas da Alemanha, Itália, Espanha, Inglaterra e França que defenderam a não aplicação de vacinas para crianças abaixo dos cinco anos de idade porque, segundo estes especialistas, “as vacinas foram desenvolvidas para casos graves da covid-19 e não são seguras para crianças”.

O presidente do Front Line COVID-19 Critical Care Alliance (FLCCC), doutor Pierre Kory declarou que “interesses financeiros se sobrepuseram sobre a pesquisa cientifica no caso das vacinas para Covid e defendeu o uso da ivermectina como tratamento barato e eficaz”. O ginecologista doutor James Thorp ressaltou “os efeitos colaterais ocasionados em mulheres grávidas que foram imunizadas por vacina de Covid”.

Outro vídeo apresentado foi da imunologista viral e bióloga Dra. Jessica Rose e afirmou que “ com base nos dados do Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS), os riscos da vacina superam os benefícios em jovens, especialmente crianças, apontando para um aumento de mil vezes nas reações adversas à injeção entre um ano e outro”.  Já o virologista belga doutor Geert Vanden Bossche afirmou que “a imunização em massa contra a covid-19 pode favorecer o surgimento de variantes cada vez mais letais e agravar a crise sanitária global”.

Liberdade de escolha

A enfermeira e mãe de duas crianças, senhora Michele Thomazinho, optou por não vacinar seus filhos e veio até Curitiba para participar da audiência pública. “Nós viemos de Londrina para participar dessa audiência porque pertencemos ao movimento de famílias de Londrina, que se chama: ‘Eu decido, pelo meu filho’, e lutamos pela liberdade de escolha dos pais. Não somos um movimento antivacinas, sabemos que ao longo da história as vacinas estiveram presentes na vida das pessoas. Entretanto, essa vacina ainda não tem os seus dados suficientes. Além disso, as crianças não são um grupo de risco, nenhum outro país está obrigando. Então, a nossa luta é pela liberdade dos pais em escolher se os filhos devem ou não ser vacinados. Acho que o debate público como esta audiência aqui na Assembleia é importantíssimo. Como nós estamos inseridas nesse movimento de mães, nós temos uma procura altíssima de famílias, não só de Londrina, mas de todo estado e até de outros estados. São famílias que nós acompanhamos e que estão sendo perseguidas pelo Ministério Público, pelo Conselho Tutelar, tendo suas contas bloqueadas, recebendo multa por conta da escolha de não vacinar os filhos. Por isso, esse debate público é essencial, nós esperamos que as autoridades escutem, ouçam o debate também e vejam todos os pontos, porque realmente não há nada que justifique essa obrigatoriedade”.

ALEP

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