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Estratégia do Governo do Estado para alavancar a produção de alimentos orgânicos, o Paraná Mais Orgânicos (PMO) auxilia agricultores familiares na conversão de lavouras tradicionais para o modelo livre de sementes modificadas, agrotóxicos e outras substâncias sintéticas, em conformidade com a legislação brasileira.

A iniciativa conta com recursos do Fundo Paraná de fomento científico e tecnológico. É uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e as instituições estaduais de ensino superior.

 “Os produtos orgânicos ganham cada vez mais projeção no Paraná e no mundo. A certificação para a produção e comercialização de orgânicos proporciona ainda mais credibilidade para a cadeia produtiva. Por isso, vamos continuar prestando orientação a agricultores familiares na produção e certificação desses alimentos”, disse o governador Ratinho Junior.

Ainda em 2020, o governador Ratinho Junior regulamentou a legislação que institui a alimentação escolar orgânica no sistema estadual de ensino fundamental e médio. Desde então, o governo vem incluindo, gradativamente, produtos orgânicos nas merendas de escolas públicas estaduais. A expectativa é alcançar 100% da alimentação escolar orgânica até o ano 2030. Grande parte desses alimentos vem da agricultura familiar.

A certificação de produtos orgânicos é apresentada sob a forma de um selo, afixado ou impresso no rótulo ou na embalagem, o que assegura um alimento produzido de acordo com as normas e práticas da agricultura orgânica, um processo produtivo caracterizado pela redução de impactos ambientais.

No Brasil, o segmento de produtos orgânicos movimenta, anualmente, cerca de R$ 5 bilhões. Pesquisa do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis) aponta que 31% consomem produtos orgânicos. Em 2019, apenas 19% se diziam consumidores desses produtos, o que representa um aumento de 63% em três anos. Com 75% da preferência, os itens mais consumidos são os hortifrúti, como frutas, legumes, hortaliças e verduras.

Amanda Laynes/Asimp

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