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O deputado federal Paulo Eduardo Martins (PL- PR) não se intimida. Ontem (10/11) ele usou a novamente a tribuna da Câmara para denunciar o momento crítico que enxerga hoje no Brasil, com episódios de censura e ataques à Constituição. O parlamentar destacou  que estamos diante da destruição do ordenamento jurídico.

Numa fala forte, Paulo Eduardo Martins, que também é jornalista, frisou que a imunidade parlamentar, que está na nossa Constituição, não existe mais, uma vez que parlamentar já foi preso por opinião e agora, outros têm suas redes sociais bloqueadas. “Esses parlamentares não podem mais falar com o público, com os seus eleitores. Ou seja, não podem mais representar. Esse é o sentido da imunidade parlamentar. Ela não é um privilégio ao parlamentar. Ela é uma garantia de representação”.

Paulo Eduardo Martins, que presidiu a comissão do chamado voto impresso auditável, alertou que a interferência do Judiciário foi emblemática naquele momento. E hoje, parte do esgarçamento do tecido social, deve-se àquela atuação. “Manteve-se um sistema que não é compreendido por boa parte da população. Temos uma eleição, tem aí o resultado, boa parte da população não confia e está agora às portas dos quartéis, porque não encontra resposta quando vem aqui”. E subiu ainda mais o tom: “ Isso é fruto de omissão e essa omissão é fruto de covardia desta casa, covardia da casa ao lado. Estão brincando com o ordenamento jurídico, com as garantias fundamentais do povo brasileiro”.

O parlamentar, que deixa a câmara federal em fevereiro, concluiu com uma convocação aos colegas. “É preciso tomar atitude, é preciso chamar a responsabilidade”.  E subiu ainda mais o tom: “Essas Casas (Câmara de Senado), terão que escolher se permanecem abertas, funcionando e preservam a Constituição de 88 ou se consolidam essa nova Constituição, que e a Constituição Alexandrina.

Asimp/Deputado Paulo Eduardo Martins - (imprensa@pauloeduardomartins.com.br)

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