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O Opera Paraná, programa criado para atender a demanda de cirurgias eletivas acumuladas pela pandemia, conta com um investimento de R$ 300 milhões do Tesouro do Estado. Metade dessa verba, ou seja, R$ 150 milhões, já está em uso para reduzir as filas de espera nos municípios. Além disso, uma nova fase do programa está em planejamento, contando com o aporte de R$ 150 milhões.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa), houve um crescimento de 41% nas cirurgias eletivas realizadas no estado em comparação ao ano anterior. Ao todo foram realizados 468.450 procedimentos em 2022, enquanto 2021 teve 331.787 cirurgias.

No primeiro semestre de 2023, foram contabilizadas mais de 220 mil cirurgias. O programa abrange as especialidades mais procuradas no Sistema Único de Saúde (SUS), que incluem: sistema osteomuscular; aparelho digestivo; aparelho de visão; aparelho geniturinário; vascular e das vias aéreas superiores e do pescoço.

A médica oftalmologista do CBV-Hospital de Olhos Maria Regina Chalita avalia que a redução na fila para as cirurgias na visão são importantes, pois vários pacientes aguardam para realizar cirurgias para a melhoria da visão, sejam causas de cegueira reversível, como, por exemplo, a catarata ou em casos de doenças que podem progredir, piorando o prognóstico.

“As doenças, onde há uma evolução com o tempo, são as que mais se agravam ao postergar uma cirurgia ocular”, explica.

Em nota, a Sesa informou que, em parceria com os municípios e consórcios, está trabalhando na reestruturação das filas de espera para exames, consultas especializadas e cirurgias eletivas.

Sophia Stein/Brasil 61

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