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A partir desta quinta-feira (29), as 54 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade passarão a aplicar a vacina contra a Covid-19 sem agendamento. O anúncio foi feito pelo secretário da pasta, Felippe Machado, em coletiva de imprensa realizada ontem (28) pela manhã. O objetivo da Prefeitura é tentar melhorar a cobertura vacinal contra o coronavírus, assim como a proteção coletiva da população.

Antes da medida, era necessário agendar a aplicação pelo portal da Prefeitura. “Nós fizemos uma ação sem agendamento e percebemos que houve um número muito maior de pessoas vacinadas do que durante a semana, nas UBSs, com agendamento. Para tentar melhorar este cenário, estamos implementando a vacinação por livre demanda, em todas as UBSs da zona urbana e rural. A vantagem é que a pessoa poderá buscar a unidade mais próxima de sua casa, sem precisar ter vagas ou abrir novas agendas”, informou o secretário.

Machado solicitou às pessoas que forem se vacinar no final do dia que cheguem, no máximo, até 18h30, visto que as unidades encerram o expediente às 19h. “É necessário um tempo para fazer o registro nos sistemas do Ministério da Saúde, então pedimos que estas pessoas cheguem pelo menos 30 minutos antes das unidades fecharem. Lembrando que, agora, o cidadão será atendido por ordem de chegada, de acordo com as demandas da unidade, pois as UBSs não fazem somente vacinação, existe um processo de trabalho que envolve outras atividades”, disse.

O secretário informou que, no momento, o estoque da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é de cerca de 21 mil doses de vacina contra a Covid-19, das quais 18 mil são bivalentes, que são aquelas que oferecem proteção contra as cepas originais e a variante Ômicron.

Segundo Machado, na última semana, apenas 800 pessoas procuraram as UBSs para se vacinar contra a Covid-19, número considerado muito baixo pela SMS. “A vacina hoje contempla toda a população maior de 6 meses de idade, e cada faixa etária tem o seu protocolo vacinal. Vacinar apenas 800 pessoas em um período de uma semana, em um contexto de uma população de quase 600 mil habitantes, demonstra uma baixa procura pela cobertura vacinal. Por isso, tomamos esta medida no sentido de tentar melhorar este cenário”, frisou.

De acordo com Machado, no início da vacinação contra a Covid-19, quando a população estava com a atenção voltada à pandemia, Londrina teve uma cobertura da primeira e segunda doses perto de 100%. “Foi justamente isso que fez com que conseguíssemos abaixar a circulação do vírus e, gradativamente, retomar a nossa rotina normal. Contudo, a partir da terceira dose, que foi a de reforço, já notamos uma queda na busca pela vacina, e isso persiste até o momento”, disse.

NCPML

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