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Água esbranquiçada é sinal de excesso de cloro?

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Por Redação
Atualizado: 09/06/2026 às 17h32
Foto: Giovanna Fonseca/Divulgação/Sanepar

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Sanepar promove treinamento a agentes de saúde de Londrina sobre saneamento e qualidade da água

Quando a água sai esbranquiçada da torneira, não é excesso de cloro. São microbolhas de oxigênio que estão se dissolvendo. Isso ocorre com frequência em situações de alta pressão na rede de distribuição. O mesmo fenômeno pode ser observado na espuma branca da superfície de cachoeiras e de rios turbulentos. Se a água potável ficar em repouso, durante dois minutos, ela voltará a ser transparente.

Essa é a explicação simples para um mito antigo: a água branca da torneira. Saber que o fenômeno nada tem a ver com excesso de cloro vai ajudar agentes de saúde de Londrina como Márcia Marinho Luzardo a esclarecer a população sobre o consumo consciente e seguro da água. “É normal, não interfere em nada, não afeta a saúde”, pondera a agente que atua na região do Jardim Santa Rita.

Márcia e outros 30 agentes de saúde participaram do Curso de Facilitadores em Saneamento promovido pela Sanepar, em parceria com as secretarias municipais de Saúde e do Ambiente de Londrina na terça-feira (4).

O mito da água esbranquiçada era algo que Márcia trazia da infância e foi esclarecido durante o curso. “Agora me sinto mais capacitada para passar estas informações para a população da minha área”, comemora.

“Tomo água da torneia e me sinto muito segura”, conta outra participante do curso, Eleiter Regina da Silva, que atua na Unidade Básica de Saúde do Conjunto Maria Cecília.

Ela afirma que o curso e, especialmente, a visita técnica à Estação de Tratamento de Água (ETA) Tibagi mostraram a seriedade do trabalho da Sanepar e trouxeram ainda mais confiança para o consumo do produto.

O agente de saúde Luiz Fernando Reale conhece bastante a Sanepar, participou de cursos e visitas anteriormente. Ele lamenta que as pessoas não têm a devida percepção do tratamento da água que sai do rio.  “É 100% tratada e garantida”, afirma.

Giovanna Migotto da Fonseca/Asimp

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