Futebol

Argentina e Espanha: a importância dos coadjuvantes na final da Copa de 2026

Embora Messi e Yamal dominem os holofotes na final da Copa de 2026, o sucesso de Argentina e Espanha passa pela eficiência de coadjuvantes essenciais ao sistema tático de cada equipe.

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Por Da Redação
Além de Messi e Yamal: os heróis invisíveis de Argentina e Espanha
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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A final da Copa do Mundo de 2026, que será disputada neste domingo (19) entre Argentina e Espanha, coloca frente a frente dois dos maiores ícones do futebol atual: Lionel Messi e Lamine Yamal. No entanto, o sucesso das duas seleções até a decisão em Nova Jersey não se resume ao brilho individual de seus astros, dependendo do trabalho fundamental de jogadores que, muitas vezes, atuam longe dos holofotes.

Pelo lado argentino, o sistema defensivo tem sido um pilar de sustentação. Segundo dados de desempenho da Fifa, o zagueiro Cristian Romero consolidou-se como peça-chave, apresentando uma das notas mais altas da competição entre todos os atletas. Além da solidez na defesa, Romero foi vital em momentos de pressão, como na reação contra o Egito, nas oitavas de final, quando marcou o gol que iniciou a virada argentina.

Ao seu lado na zaga, Lisandro Martínez tem sido celebrado pela capacidade de liderança e pelo senso de posicionamento. Apesar da estatura menor para a função, Martínez tem se destacado pela qualidade na saída de bola, auxiliando diretamente na criação de jogadas ofensivas. Quem também ganha destaque é o meio-campista Alexis Mac Allister, essencial no equilíbrio tático da Albiceleste.

Coadjuvantes de peso na Espanha

A seleção espanhola, por sua vez, construiu sua campanha baseada em um jogo coletivo sólido, refletido em estatísticas de passes e posse de bola. Jogadores como Pedro Porro, Mikel Merino e Mikel Oyarzabal têm sido determinantes para o esquema de Luis de la Fuente. Oyarzabal, inclusive, é um dos principais nomes da equipe no trabalho de recuperação de posse de bola, um dos pontos fortes dos espanhóis neste Mundial.

Enquanto Messi e Yamal ocupam as manchetes e as atenções dos torcedores, o desempenho desses atletas "secundários" é apontado por analistas como o diferencial que permitiu às seleções chegarem invictas e consistentes à final. O confronto de domingo define não apenas o título, mas encerra a trajetória de uma Copa marcada por histórias de superação, tanto de craques consagrados quanto de heróis invisíveis que sustentaram as campanhas de suas equipes.

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