Política

Mais uma vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expõe o Brasil a constrangimento internacional

R
Por Redação
Atualizado: 24/04/2026 às 16h31
Divulgação

Publicidade

Em artigo publicado no The New York Times, Lula condena uma suposta ação dos Estados Unidos contra a Venezuela, mas ignora fatos básicos e cai em contradição.

O próprio Lula não reconheceu a eleição de Nicolás Maduro, por considerá-la fraudada. A oposição venceu, mas foi impedida de assumir.

Essa posição foi compartilhada pela maioria da comunidade internacional. A eleição de Maduro não foi reconhecida por democracias ocidentais, apenas por regimes autoritários aliados.

Além disso, Maduro é formalmente acusado pelo governo americano de envolvimento com o narcotráfico e outras graves violações, fatos amplamente conhecidos no cenário internacional.

O que causa espanto é o duplo discurso:

Lula critica ações dos Estados Unidos, mas evita responsabilizar o regime venezuelano pelo colapso econômico, pela repressão política e pela maior diáspora da história da América Latina — mais de 6 milhões de venezuelanos, muitos deles acolhidos pelo Brasil.

Usar a Presidência da República para demagogia ideológica internacional, às vésperas de eleições, não ajuda a democracia, não resolve a crise venezuelana e prejudica as relações comerciais e estratégicas do Brasil com os Estados Unidos.

O Brasil precisa de coerência, responsabilidade diplomática e defesa real da democracia, não de discursos seletivos para plateias ideológicas externas.

Deputado Federal Luiz Carlos Hauly (PODE – PR)

Receba notícias no celular Entre no nosso grupo do WhatsApp e fique por dentro de tudo
Entrar no grupo

Recomendados para você
Mais lidas da semana

Publicidade