Política

Parlamento del MERCOSUR aprueba Declaración sobre la situación democrática en Venezuela

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Por Redação
Atualizado: 24/04/2026 às 16h29
Divulgação/Parlasul

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Durante la XCV Sesión Plenaria del Parlamento del MERCOSUR (PARLASUR), se aprobó una Declaración sobre la situación de la democracia en Venezuela, reflejando las preocupaciones y debates surgidos en el contexto de las elecciones del 28 de julio de 2024.

La Parlamentaria Lilia Puig (Argentina) celebró "la participación del pueblo venezolano en esa elección del 28 de julio", destacando que "este acuerdo tuvo como objeto que no se repitieran los fraudes anteriores, ni tampoco las violaciones a las instituciones parlamentarias". Sin embargo, Puig enfatizó que "una vez realizadas las elecciones comenzó una nueva persecución", criticando la actuación del gobierno venezolano.

Otros Parlamentarios también se manifestaron. El Parlamentario Álvaro Dastugue (Uruguay) apoyó la declaración, a pesar de considerarla "un poco liviana. Nos encantaría que fuera más fuerte y que diga las cosas por su nombre”, pero reconoció que el hecho de ser consensuada, le suma valor.

Por su parte, la Parlamentaria Victoria Donda (Argentina) afirmó que "nos oponemos a las violaciones de los Derechos Humanos en cualquier lugar del mundo" y exigió "la libertad de los presos políticos, en todos los lados".

El Parlamentario Nicolás Simone (Argentina) criticó la falta de libertad en el proceso electoral, afirmando que "la democracia es la libertad de poder elegir y ser elegido, algo que no le pasó a Corina Machado".

El debate siguió con la intervención del Parlamentario Celso Russomanno (Brasil) quién insistió en que "el Consejo Nacional Electoral de Venezuela presente las actas de las elecciones y esclarezca al mundo lo que está sucediendo".

En el mismo contexto, el Parlamentario Raúl Bittel (Argentina) lamentó que "el Observatorio no haya hecho las acciones correspondientes para participar, visibilizar directamente y emitir una opinión sobre las elecciones en Venezuela", pidiendo también la publicación de las actas electorales para garantizar la transparencia del proceso.

El Parlamentario Daniel Peña (Uruguay) manifestó que “no fuimos a Venezuela no porque no se hayan hecho las gestiones. Hicimos todo y se nos dijo expresamente, que como sabían que iba a salir un informe negativo, no nos dejaban entrar”. Además, Peña lamentó que "tengamos duda en gritar fuertemente para la defensa de la democracia y de los derechos humanos y que sigan castigando a los venezolanos."

Para el Vicepresidente Arlindo Chinaglia (Brasil) “estamos tratando aquí de los valores de la democracia en un país que tiene la mayor reserva de petróleo del planeta”. Añadió que "tenemos que respetar la soberanía de Venezuela y las actas deben ser divulgadas.”

El Parlamentario Roberto Monteiro Pai (Brasil) destacó que "el PARLASUR tiene un papel fundamental en no permitir la continuidad de la situación que ocurre en Venezuela”.

En seguida, el Parlamentario Rodolfo Eiben (Argentina) advirtió que “Venezuela tenga o no tenga mucho petróleo no es problema ni de los venezolanos ni de las naciones que no responden a decisiones unilaterales de superpotencias”.

El Parlamentario Pompeo de Mattos (Brasil) declaró que “no importa si una dictadura es de izquierda o de derecha. Dictadura nunca más. Lo que está sucediendo en Venezuela no es un modelo para ninguno de nosotros”.

La Parlamentaria Laura Sesma (Argentina) fue contundente al señalar que "creo que el PARLASUR debería estar a la altura de las circunstancias y tener una declaración mucho más contundente y clara contra lo que está pasando en Venezuela."

Finalmente, el Parlamentario Patricio Villegas (Argentina) expresó que "Venezuela sufre una tiranía sangrienta. Este tipo de tiranía no se va más. ¿Qué estamos esperando? A los únicos que tienen es a sus hermanos latinoamericanos y nosotros les damos la espalda.”

Tras intensas negociaciones, la declaración fue aprobada con amplio consenso de todas las delegaciones, reflejando el compromiso conjunto con la defensa de la democracia y los derechos humanos en Venezuela y en la región.

La Declaración del PARLASUR incluye los siguientes puntos principales:

1. Cese de las persecuciones políticas y de los actos de intimidación hacia la sociedad civil, así como la exigencia de libertad para los detenidos sin causa ni proceso legal.

2. Exhortar al Estado Venezolano a respetar la soberanía popular, garantizando la transparencia del proceso electoral mediante la publicación y verificación imparcial de las actas electorales.

3. Apoyar los esfuerzos internacionales y regionales en pos de una solución negociada y pacífica a la crisis venezolana.

4. Garantizar y promover los derechos humanos, evitando detenciones arbitrarias y desapariciones forzadas por motivos políticos.

Acceda aquí al texto integral de la Declaración aprobada.

 

Parlamento do MERCOSUL aprova Declaração sobre a situação democrática na Venezuela

Durante a XCV Sessão Plenária do Parlamento do MERCOSUL (PARLASUL), foi aprovada uma Declaração sobre a situação da democracia na Venezuela, refletindo as preocupações e debates surgidos no contexto das eleições de 28 de julho de 2024.

A Parlamentar Lilia Puig (Argentina) celebrou "a participação do povo venezuelano naquela eleição de 28 de julho", destacando que "este acordo teve como objetivo evitar a repetição de fraudes anteriores, assim como as violações às instituições parlamentares". No entanto, Puig enfatizou que "uma vez realizadas as eleições, começou uma nova perseguição", criticando a atuação do governo venezuelano.

Outros Parlamentares também se manifestaram. O Parlamentar Álvaro Dastugue (Uruguai) apoiou a declaração, apesar de considerá-la " um pouco leve. Gostaríamos que fosse mais forte e que se dissesse as coisas pelo seu nome", contudo reconheceu que o fato de ser consensuada, agrega valor.

Por sua vez, a Parlamentar Victoria Donda (Argentina) afirmou que "nos opomos a todas as violações dos Direitos Humanos em qualquer país" e exigiu "a liberdade dos presos políticos, em todos os lugares".

O Parlamentar Nicolás Simone (Argentina) criticou a falta de liberdade no processo eleitoral, afirmando que "a democracia é a liberdade de poder escolher e ser escolhido, algo que não aconteceu com Corina Machado".

O debate continuou com a intervenção do Parlamentar Celso Russomanno (Brasil), quem insistiu que "o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela apresente as atas das eleições e esclareça ao mundo o que está acontecendo".

No mesmo contexto, o Parlamentar Raúl Bittel (Argentina) lamentou que "o Observatório não tenha feito as ações correspondentes para participar, visibilizar diretamente e emitir uma opinião sobre as eleições na Venezuela", pedindo também a publicação das atas eleitorais para garantir a transparência do processo.

O Parlamentar Daniel Peña (Uruguai) manifestou que “não fomos à Venezuela, não porque não tenham sido feitas as gestões. Fizemos tudo e nos disseram expressamente que, como sabiam que sairia um relatório negativo, não nos deixavam entrar”. Além disso, Peña lamentou que "tenhamos dúvida em gritar fortemente pela defesa da democracia e dos direitos humanos e que continuem punindo os venezuelanos."

Para o Vice-Presidente Arlindo Chinaglia, “estamos tratando aqui dos valores da democracia em um país que tem a maior reserva de petróleo do planeta”. Adicionou que "temos que respeitar a soberania da Venezuela e as atas devem ser divulgadas."

O Parlamentar Roberto Monteiro Pai (Brasil) destacou que "o PARLASUL tem um papel fundamental em não permitir a continuidade da situação que ocorre na Venezuela.”

Em seguida, o Parlamentar Rodolfo Eiben (Argentina) advertiu que “Venezuela, tenha ou não tenha muito petróleo, não é problema nem dos venezuelanos nem das nações que não respondem a decisões unilaterais de superpotências.”

O Parlamentar Pompeo de Mattos (Brasil) declarou que “não importa se uma ditadura é de esquerda ou de direita. Ditadura nunca mais. O que está acontecendo na Venezuela não é um modelo para nenhum de nós.”

A Parlamentar Laura Sesma (Argentina) foi contundente ao apontar que "a Venezuela é mais do que uma ditadura, é uma tirania. Acho que o PARLASUL deveria estar à altura das circunstâncias e ter uma declaração muito mais contundente e clara contra o que está acontecendo na Venezuela."

Finalmente, o Parlamentar Patricio Villegas (Argentina) expressou que "a Venezuela sofre uma tirania sanguinária. Esse tipo de tirania não vai embora. O que estamos esperando? Os únicos que eles podem contar são seus irmãos latino-americanos e nós lhes damos as costas.”

Após intensas negociações, a declaração foi aprovada por amplo consenso de todas as delegações, refletindo o compromisso conjunto com a defesa da democracia e dos direitos humanos na Venezuela e na região.

A Declaração do PARLASUL inclui os seguintes pontos principais:

1. Cesse da perseguição política e dos atos de intimidação contra a sociedade civil, bem como a exigência de liberdade para os presos sem justa causa ou processo legal.

2. Exortar ao Estado venezuelano a respeitar a soberania popular, garantindo a transparência do processo eleitoral através da publicação e verificação imparcial dos registros eleitorais.

3. Apoiar os esforços internacionais e regionais na busca de uma solução negociada e pacífica para a crise venezuelana.

4. Garantir e promover os direitos humanos, evitando prisões arbitrárias e desaparecimentos forçados por motivos políticos.

Acesse aqui ao texto integral da Declaração aprovada.

Asimp/Parlasul

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