Saúde Pública

Paraná inicia aplicação da vacina Pneumo 20 no SUS e amplia proteção contra doenças graves

Nova vacina pneumocócica começa a ser aplicada na rede pública e amplia cobertura contra infecções graves em crianças e grupos de risco.

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Por Da Redação
Paraná inicia aplicação da vacina Pneumo 20 no SUS e amplia proteção contra doenças graves
Foto: Alessandro Vieira/SESA

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O Paraná iniciou oficialmente a aplicação da vacina pneumocócica 20-valente conjugada (Pneumo 20) na rede pública de saúde, ampliando a proteção oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) contra doenças infecciosas consideradas graves, especialmente em crianças pequenas.

A vacinação teve início na quinta-feira (02), com lançamento na Unidade de Saúde Mãe Curitibana, em Curitiba, e já está em distribuição para os municípios por meio da rede estadual de saúde.

A nova vacina representa uma ampliação importante no enfrentamento às doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por quadros como pneumonia, meningite bacteriana, otite média aguda e infecção generalizada (septicemia). Com a mudança, a cobertura imunológica passa a contemplar mais sorotipos da bactéria, ampliando a proteção da população.

A distribuição das doses é coordenada pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) Cemepar, responsável por abastecer as 22 Regionais de Saúde e garantir o envio às mais de 1.800 salas de vacinação em todo o Estado.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, a introdução da Pneumo 20 representa um avanço no calendário vacinal infantil e deve substituir gradualmente as versões anteriores da vacina pneumocócica já utilizadas no SUS.

Em Curitiba Curitiba, a aplicação já está disponível em todas as unidades de saúde, com exceção da unidade Ouvidor Pardinho, que mantém atendimento voltado à população idosa.

O público-alvo nesta fase inicial inclui crianças de 2 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias que estejam com esquema vacinal incompleto. O protocolo prevê duas doses iniciais (aos 2 e 4 meses) e reforço aos 12 meses de idade.

Também fazem parte da estratégia de vacinação idosos acamados ou institucionalizados, povos indígenas a partir de 5 anos sem histórico de vacinação com imunizantes pneumocócicos conjugados e pacientes de grupos clínicos específicos, como pessoas vivendo com HIV/Aids, transplantados e pacientes oncológicos, atendidos pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

O governo estadual reforça a orientação para que pais e responsáveis procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima e verifiquem a caderneta de vacinação das crianças, garantindo a atualização do esquema vacinal e a proteção contra doenças que podem evoluir para quadros graves.

Com informação da AEN

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